Gabriel Behr

PSIQUIATRA DE IDOSOS EM PORTO ALEGRE

Atendimento para adultos e idosos

CRMRS 37407 RQE 30997

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Gabriel Behr

Formação em Psiquiatria Geriátrica pelo CHUV - Suiça

Formação em psiquiatria geriátrica pelo Centre Hospitalier Universitaire Vaudois (CHUV) - Suíça, pelo período de dois anos, com experiência em tratamento hospitalar, ambulatorial e avaliação clínica de demências.

Preceptor do Serviço de Psiquiatria do Hospital São Lucas da PUC-RS

Médico Perito Psiquiatra

Experiência como assistente técnico e perito nomeado na Justiça Federal e Estadual.

Médico Perito Psiquiatra

Experiência como assistente técnico e perito nomeado na Justiça Federal e Estadual.

Estimulação Magnética Transcraniana

Realiza tratamento para doenças mentais como depressão com Estimulação Magnética Transcraniana (EMT/TMS) no Instituto do Cérebro PUCRS

Colaborações Científicas

 Pesquisa sobre os maus tratos infantis, demências e doenças mentais em idosos na PUCRS em Porto Alegre  e no Instituto do Cérebro da PUCRS (INSCER).

A IMPORTÂNCIA DA PSIQUIATRIA GERIÁTRICA

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A depressão no idoso

A depressão em idosos é uma doença muito comum na população e que se manifesta por diversos sintomas, como tristeza, falta de motivação, problemas de memória, dificuldade de concentração, lentificação, dor e ansiedade. A depressão em idosos aumenta o risco de uma demência.

Tratamento da depressão em idosos

Os tratamentos para a depressão em idosos comprovados cientificamente são a psicoterapia, os medicamentos – principalmente os antidepressivos e mudanças do estilo de vida, como exercícios físicos e prevenção do isolamento social. Deve-se avaliar as dificuldades do paciente para realizar as atividades quotidianas.

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Veja as perguntas mais frequentes

Depressão na idade adulta e em idosos apresenta aumento do risco de uma demência. Um paciente que tem uma demência pode apresentar sintomas de depressão ao longo da doença.

Para mais informações, confira a página sobre depressão em idosos e também a página sobre doença de Alzheimer e outras demências.

A depressão pode ser agravada pela dor e a dor pode agravar uma depressão. Para mais informações, confira a página sobre depressão em idosos.

Os principais sintomas são:

  • Tristeza ou depressão
  • Falta de interesse ou prazer em realizar as atividades quotidianas
  • Falta de apetite e perda ou ganho de peso
  • Dificuldades para dormir ou excesso de sono
  • Agitação
  • Lentificação dos movimentos
  • Fatiga ou perda de energia
  • Culpa
  • Dificuldade para se concentrar ou para tomar decisões
  • Dificuldade para memorizar conversas, nomes ou informações a curto prazo
  • Pensamento de morte ou ideias de suicídio
  • Ansiedade
  • Irritabilidade
  • Dores

O diagnóstico é estabelecido a partir de uma conversa com o médico, que irá avaliar os mais diversos sintomas. Para mais informações, confira a página sobre depressão em idosos.

 

A avaliação do psiquiatra geriátrico sempre deve investigar os remédios que o paciente usa, já que algumas vezes, em pacientes que usam muitos remédios, os efeitos colaterais podem se confundir com sintomas de depressão.

O histórico de doenças clínicas do paciente e as doenças que ele ainda trata trazem importantes informações para o diagnóstico e para a decisão do tipo de tratamento que será realizado.

Os tratamentos da depressão em idosos comprovados cientificamente são a psicoterapia, os medicamentos – principalmente os antidepressivos e mudanças do estilo de vida, como exercício físicos e prevenção do isolamento social. Deve-se avaliar as dificuldades do paciente para realizar as atividades quotidianas

Dois profissionais podem tratar as doenças mentais – os médicos psiquiatras e os psicólogos. Alguns pacientes tem um psicólogo para realizar a psicoterapia e um médico psiquiatra que se responsabiliza pelo tratamento clínico com medicamentos, já outros escolhem concentrar os dois tratamentos em um único psiquiatra

A escolha dos medicamentos deve ser baseado no diagnóstico e na existência de outros sintomas a serem tratados (p.ex. insônia), mas também nos efeitos colaterais possíveis com cada medicamento no contexto das doenças clínicas do paciente.

Depois do início do tratamento o tempo de efeito é variável entre os pacientes, mas em geral começamos a ver sinais de melhora entre duas a oito semanas. Alguns pacientes não respondem bem ao primeiro tratamento e pode ser necessária a troca de medicamento.

Algumas vezes, o paciente apresenta sintomas colaterais do medicamento. Estes efeitos são muito comuns no início do tratamento. Nesses casos, aconselhe-se com seu médico sobre a necessidade de parar, manter ou trocar o medicamento

Demência é uma doença caracterizada por prejuízo cognitivo (por exemplo, da memória) observada pelo paciente e seus próximos e confirmada por testes cognitivos.

A demência de Alzheimer é a causa mais comum de demência, muito prevalente em idosos e caracterizada por uma piora progressiva da cognição, especificamente da memória.

São causas que contribuem para as dificuldades cognitivas e que podem ser reversíveis com seu tratamento, como por exemplo: déficit de vitaminas B12 e folato, hipotireoidismo e anemia.

Os principais fatores de risco das demências são: baixa educação, hipertensão, problemas auditivos, obesidade, consumo excessivo de álcool, traumas cranianos, fumo, depressão, falta de atividade física, isolamento social, diabetes e poluição do ar.

A avaliação é feita em etapas, a saber: conversa com o médico, exame neuropsicológico, exame de imagem do cérebro e exames de sangue.

O tratamento é realizado com equipe multidisciplinar e em diversos níveis, sendo eles: avaliação das atividades de vida quotidiana, controle dos sintomas neuropsiquiátricos, medicamentos, cuidando do cuidador e controle dos problemas clínicos. Para mais informações, consulte a página sobre tratamento da demência.

Os sintomas do comportamento mais comuns nas demências são:

  • delírios
  • alucinações
  • depressão
  • apatia
  • ansiedade
  • euforia
  • agressividade
  • irritabilidade
  • desinibição
  • deambulação
  • problemas do sono

Para mais informações, consulte a página sobre problemas do comportamento na demência.

 

O delirium ou confusão mental é uma piora aguda de poucas horas a alguns dias das capacidades cognitivas ou do comportamento do paciente – geralmente idoso – e que são ligadas a uma doença clínica em curso, como infecções, constipação, dores, entre outras.

O tratamento deve se basear em três pilares: não-farmacológico, farmacológico e o cuidado com  a sobrecarga do cuidador. Para mais informações, consulte a página sobre tratamento dos problemas de comportamento.

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